sábado, 1 de outubro de 2011

1º de outubro de 2010

Tudo o que não for a Joelma nesta página é banal. Por isso, falo só dela.


Vi-a pela manhã algumas vezes. Fomos almoçar e depois à biblioteca, onde tudo começou. Primeiro ela me disse que eu a estava enrolando. E as pessoas me recomendando paciência, quando devo agir... Mas essa brecha que ela abriu foi tudo o que eu precisava para falar mais abertamente a ela. Isso, e o presente antecipado que ela me deu, e nós de mãos dadas, nos vinculamos de uma maneira mais forte hoje. Fui levá-la ao ponto, e ali vivi com ela os momentos de maior ternura que eu jamais experimentei. Senti-la deitada no meu ombro, falando de sua cessão e dos meus méritos; tocá-la sem maiores pudores, acariciar suas mãos e sentir-me acariciado, e pensar que tudo está acontecendo desta forma, perfeitamente, e saber que ela gosta de mim e que quer comemorar muitas outras datas junto comigo - como li no cartão - me trouxe uma alegria que eu não vou conseguir descrever e nem me desvincular dela. Enfim, Joelma, estamos juntos!

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