sábado, 12 de março de 2011

4 de agosto de 2010

No almoço Ela não esteve conosco. E não sei por quê ela tava mais bonita hoje, não sei por quê facilmente eu posso vê-la com melhores olhos, mas me ocorreu várias vezes não deixar de considerar essa hipótese. Não sei, ela tem correspondido muito com muita coisa que eu valorizo e chego a calcular que quaisquer dificuldades de me relacionar com ela poderiam ser suplantadas se eu considerar as vantagens...

Como eu disse na postagem anterior, esses dias de fins de julho e de começo de julho constituíram os dias de maior instabilidade e indefinição de meu sentimento por Ela. Talvez havia instabilidade porque eu havia, de alguma forma, me acostumado com sua ausência durante as férias, e o sentimento se alimenta, entre outras coisas, da presença e do contato com a pessoa amada. No entanto, bastaram três dias de convivência diária para que a força e o brilho do meu sentimento por ela fossem despertados de sua dormência, a ponto de me ocorrer não deixar de considerar a hipótese.

Conforme segue postado, Ela correspondia muito com muita coisa que eu valorizava à época e sigo valorizando, cada vez mais. Na verdade, tenho a impressão de que Ela é a pessoa por quem eu passei toda a minha adolescência orando, a mulher que parece ter sido desenhada exatamente de acordo com todas as características de beleza que prestigio, além - e isso é o mais importante - de todos os seus valores, princípios e seu caráter, sempre desejados por mim na pessoa com quem eu me relacionaria e, de longe, muito admiráveis e louváveis.

Na ocasião desse relato, eu apenas considerava as vantagens de me relacionar com ela, como a alguém que reflete acerca do melhor investimento para toda a vida. Hoje, tenho a convicção de que ser seu namorado é a condição mais vantajosa entre todas as vantagens, garantias e seguranças do mundo.

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