Depois, dormi um pouco, não sem antes refletir (não apenas pensar) nEla, em tudo o que a compõe e a caracteriza, em que tipos de situações ela viveu para ser tanto quanto ela é hoje. Ao final, perguntei a mim mesmo: de que material humano Ela é feita? Não pode ser outro, senão o mais aperfeiçoado que o Criador jamais inventou.
Esse dia foi o segundo de oito dias em que eu ficaria sem vê-la, devido a não haver aulas durante essa semana na faculdade. Nesses dias acentuou-se muito mais a saudade que eu sentia dela, muito porque, como estudamos na mesma faculdade, nos vemos todos os dias, e a presença um do outro é um fato diário no nosso cotidiano. Além disso, não seria necessária outra razão para sentir saudade dela além daquela que pulsava no meu coração: meu sentimento por ela.
Relatei nesse dia as reflexões que me levavam a admirá-la. Pensava em como uma menina poderia reunir em si todas as qualidades que eu valorizava, muito mais do que sua beleza exterior. Pensava em quantas coisas Ela teria vivido para se tornar a linda mulher que era, em quanta sabedoria, quanta discrição, quanta simplicidade e honradez a coroavam como a mulher mais virtuosa que eu conhecera até então (e ainda não conheci outra). Não pude encontrar outra fonte para tantas virtudes senão o próprio Criador, quem, certamente, expressou nela sua bondade e perfeição ao formá-la.
Minha felicidade hoje é poder viver ao lado de tão linda e virtuosa mulher.
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