quarta-feira, 29 de junho de 2011

15 de setembro de 2010

O almoço. Estivemos nós cinco, e ela se sentou ao meu lado. Almoçamos e fomos pro louvor, não sem antes eu lhe falar sobre a mensagem e ela me dizer que vai me deixar vivo (em relação à brincadeira da semana passada). Acabou o louvor, ficamos lá à toa, tocando violão e cantando. Curioso é que ela permaneceu conosco até depois de eu ajudar a L* na tarefa de fonética. Creio que em outras ocasiões ela não "perderia esse tempo". Aproveitei a saída provisória dela e deixei uma cartinha na pasta dela. Agora é usar a criatividade pra conquistar, já que o caminho é livre e parece convidativo.

Aproximava-se o momento em que nossos sentimentos convergiriam para o ponto comum de nossa união e nossa felicidade. Os dias anteriores a esse momento foram de revelações e demostrações cada vez mais visíveis de que meu sonho de tê-la ao meu lado se tornaria realidade em breve.

Uma das demonstrações que me faziam crê-lo, por mais que ela não o tenha feito conscientemente, foi sua disponibilidade de permanecer junto com o nosso grupo. Até então sua atitude era a de ficar na faculdade apenas o necessário; sempre ia embora depois da aula nos dias em que não precisava ficar lá à tarde e não almoçava lá se não fosse ficar. Para quem queria ficar todo o tempo com ela, isso era uma perda irreparável. No entanto, nesse dia, me impressionei com sua permanência prolongada. Cheguei a cogitar que era eu a razão de ela ficar. Quem ler estas linhas me há de perdoar pela minha presunção em pensar assim; é que, aos amantes, todas as razões apontam para seus sentimentos.

Além disso, escrevi nesse dia uma iniciativa criativa de minha parte para conquistá-la: a cartinha surpresa na pasta dela. Depois dessa ainda houve várias iniciativas, que certamente serão descritas nas próximas postagens. Felizmente houve iniciativas, felizmente houve surpresas, felizmente a conquistei. Felizmente sou feliz por isso.

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